{"id":2284,"date":"2023-01-29T23:57:58","date_gmt":"2023-01-30T02:57:58","guid":{"rendered":"https:\/\/pt.praxis.pro.br\/?p=2284"},"modified":"2023-01-31T14:11:02","modified_gmt":"2023-01-31T17:11:02","slug":"a-patria-era-sua-alma-vida-e-amor-por-froilan-gonzalez-garcia-e-adys-cupull-reyes-trad-wilson-coelho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pt.praxis.pro.br\/index.php\/2023\/01\/29\/a-patria-era-sua-alma-vida-e-amor-por-froilan-gonzalez-garcia-e-adys-cupull-reyes-trad-wilson-coelho\/","title":{"rendered":"A P\u00c1TRIA ERA SUA ALMA, VIDA E AMOR | Por Froil\u00e1n Gonz\u00e1lez Garc\u00eda e Adys Cupull Reyes (Trad. Wilson Co\u00ealho)"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Este\u00a0t\u00edtulo foi retirado de frases de Jos\u00e9 Mart\u00ed, referindo-se a Cuba onde<\/span><\/span><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"><br \/>\n<\/span><\/span><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">tamb\u00e9m escreve sobre a import\u00e2ncia da unidade diante dos grandes desafios nos diversos cen\u00e1rios dos nossos povos.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">No M\u00e9xico, em 1877, Mart\u00ed assistiu a um concerto do violinista cubano Jos\u00e9 White, autor de composi\u00e7\u00f5es famosas, incluindo &#8220;La bella cubana&#8221; e ele escreveu, que White n\u00e3o toca, subjuga, notas resvalam em suas cordas, queixam-se, deslizam, choram: soam uma ap\u00f3s a outra como soariam p\u00e9rolas caindo e o violino se queixa, entusiasma, repreende, chora e com lamentos geme e com uma dor t\u00e3o profunda se desespera e estremece.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">O concerto encheu Jos\u00e9 Mart\u00ed de P\u00e1tria e ele escreveu que P\u00e1tria era sua alma, nela as palmas beijam as brisas, e o ar sabe a maneira de se comover e de chorar, cantam amor aos juncos e \u00e0s margens mansas dos rios, amam as virgens cubanas tr\u00eamulas de cast\u00edssima paix\u00e3o e a P\u00e1tria era a sua vida e ele sabia como palpitava a harmonia em seus campos de ouro de milho, como o crep\u00fasculo barulhento e sorridente murmurava em suas laranjeiras, como estendia-se sobre suas ceibas a tarde meditativa e queixosa.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Ele disse que a P\u00e1tria era o seu amor e era bendita atrav\u00e9s do distanciamento e da amargura, enviava-lhe amores e promessas na alma e um canto de esperan\u00e7a numa inspirada criatura, gerada entre os seus suspiros e as suas l\u00e1grimas, aquecido ao fogo do seu Sol. Ele pede \u00e0 P\u00e1tria que devore a inf\u00e2mia no instante em que todo o seu triste cora\u00e7\u00e3o n\u00e3o esteja adorando nela.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Em 3 de novembro de 1877, os exploradores e reacion\u00e1rios da Guatemala o consideraram um inimigo em potencial e come\u00e7aram a cham\u00e1-lo de &#8220;Doutor Torrente&#8221; em forma de zombaria por suas qualidades orat\u00f3rias. Em folhas impressas por esses elementos, tentaram desprestigi\u00e1-lo aos olhos de seus alunos e seguidores e, no dia 17, duas novas folhas apareceram com a mesma inten\u00e7\u00e3o.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">O jornalista espanhol Valero Pujol chamou-o \u00e0 modera\u00e7\u00e3o e criticou-o por suas ideias e conceitos sobre a situa\u00e7\u00e3o na Guatemala. Jos\u00e9 Marti lhe respondeu em uma carta que sugerimos analisar, porque se refere ao ambiente pol\u00eamico criado em torno de Mart\u00ed e as cr\u00edticas e paix\u00f5es desencadeadas.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Eles s\u00e3o encontrados no volume 7 de suas obras completas e em nossos livros &#8220;Crescente Agonia&#8221;, sobre os pais de Jos\u00e9 Mart\u00ed e &#8220;Segredos de uma viagem&#8221;, onde tratamos em um dos cap\u00edtulos analisando o contexto em que se desenvolvem as cr\u00edticas.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Mart\u00ed relatou: &#8220;Eu rejeito absolutamente, n\u00e3o o conselho do meu amigo, mas o boato injusto de que ecoou. Eu analiso meus pequenos atos, e estou contente com eles&#8230;&#8221;<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">&#8220;Amo a pol\u00eamica viva, a juventude nascente, os esfor\u00e7os liter\u00e1rios&#8230; Tinha encorajado os jovens, elogiado a necessidade de energia individual, censurado o respeito cego, o continente submisso, a m\u00e3o solta, o olhar opaco, a fala humilde&#8230;&#8221;<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Manifestou que cantou uma estrofe da can\u00e7\u00e3o americana, que deveria ser entonada como um grande canto patri\u00f3tico, desde o brilhante M\u00e9xico at\u00e9 o ativo Chile, ou seja, o mal da Espanha, com seus l\u00e1bios cubanos, teria parecido uma infantil vingan\u00e7a.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Afirmou que voltou seus olhos para os pobres \u00edndios, t\u00e3o aptos para tudo e t\u00e3o destitu\u00eddos de tudo, herdeiros de artistas e mestres, dos trabalhadores de est\u00e1tuas, dos criadores de tabelas astron\u00f4micas, da grande Xelahi, do bravo Utatl\u00e1n e que a maneira de celebrar a independ\u00eancia n\u00e3o estava, em sua opini\u00e3o, ligada ao seu significado, mas a complet\u00e1-lo.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Manifestou-lhe que excitou o movimento e o trabalho e ficou com raiva das pregui\u00e7as do Ser Supremo. H\u00e1 tantos s\u00e9culos de costas para a Am\u00e9rica, que amar um povo americano, e, portanto, o seu como o Cauto irriga, celebrar uma nova \u00e9poca, censurar aquela em que um Ministro repreendia asperamente a um professor, porque ele ensinava franc\u00eas aos seus disc\u00edpulos e observou:<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">&#8220;Eu lhes digo o que eu sempre falo: deste gigante desconhecido, destas terras balbuciantes, da nossa fabulosa Am\u00e9rica. Nasci em Cuba e estarei na terra de Cuba, mesmo quando pisa nas plan\u00edcies indom\u00e1veis do Arauco. A alma de Bol\u00edvar nos encoraja; o pensamento americano me transporta. Eu me irrito que n\u00e3o se caminhe logo. Temo que n\u00e3o se queira chegar&#8230;&#8221;<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Refere-se a brigas pessoais, fronteiras imposs\u00edveis, mesquinhas divis\u00f5es e se pergunta: como h\u00e3o de resistir, quando esteja bem compacto e en\u00e9rgico, para um concerto de vozes amorosas que proclamem a unidade americana? Que falta poder\u00e1 jogar-me na cara minha grande m\u00e3e Am\u00e9rica? Para ela trabalho! Dela espero meus aplausos ou minha censura. Seus s\u00e3o estes esfor\u00e7os e dores; a ela envio as rosas do caminho; por ela n\u00e3o me doem os arbustos venenosos. Ele ressalta que est\u00e1 indo bem e que est\u00e1 contente, que um homem nasce para vencer, n\u00e3o para lisonjear e por a\u00ed foi mordido por algumas cobras.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Tamb\u00e9m diz que nada tenta ensinar, que teve de admirar a eloqu\u00eancia de um negro da \u00c1frica, e a penetra\u00e7\u00e3o de um ladino do Gual\u00e1n e daqueles que os pintam soberbo, se equivocam. A intelig\u00eancia, dado que se a tenha, \u00e9 um dom alheio, e seus olhos, muito menos valioso do que a dignidade do car\u00e1ter e da nobreza do cora\u00e7\u00e3o, est\u00e3o orgulhosos, certamente, de seu amor pelos homens, de seu apaixonado afeto por todas essas terras&#8230;<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">&#8220;Viver humildemente, trabalhar muito, tornar a Am\u00e9rica grande, estudar seus pontos fortes e revel\u00e1-los a eles, pagar aos povos pelo bem que me fazem; este \u00e9 o meu of\u00edcio. Nada me abater\u00e1; ningu\u00e9m vai me impedir&#8230; Volume 7, p\u00e1ginas 109 a 112.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Intrigas, ci\u00fames, inveja e cal\u00fania eram constantes. At\u00e9 o final do ano estes foram abertos. Em fevereiro de 1878, seu livro &#8220;Guatemala&#8221; foi publicado sob a forma de um livreto encadernado no jornal mexicano \u201cEl Siglo XIX\u201d.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Em uma parte, ele disse que a Guatemala era uma terra hospitaleira, rica e franca e que tinha que dizer isso, que havia lhe dado trabalho, era fortaleza, casa para sua esposa, ber\u00e7o para seus filhos, vasto campo para sua imensa impaci\u00eancia americana&#8230;<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">No segundo cap\u00edtulo, ele enfatizou: &#8220;L\u00e1, em horas perdidas, eles buscam, os curiosos, jornais da Am\u00e9rica do Sul e Central, para saber quem manda e quem deixou de mandar, e n\u00e3o se sabe em uma rep\u00fablica o que h\u00e1 de f\u00e9rtil, de aproveit\u00e1vel e de grandeza na outra.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Retomou o que foi narrado em 1810 pelo Padre Juarros, pitoresco e c\u00e2ndido cronista do reino guatemalteco, quando disse: &#8220;Vemos com a maior admira\u00e7\u00e3o que, ap\u00f3s tr\u00eas s\u00e9culos de descoberta deste Continente, encontram-se nele reinos e prov\u00edncias t\u00e3o pouco conhecidos como se fossem agora que tivessem acabado de conquistar&#8221;.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">E continuou: &#8220;O veneno de tr\u00eas s\u00e9culos, tr\u00eas s\u00e9culos h\u00e1 de se tardar para desaparecer. Assim nos deixou a dona Espanha, estranhos, rivais, divididos, quando as p\u00e9rolas do rio Guayato s\u00e3o iguais \u00e0s p\u00e9rolas do Sul de Cuba; quando algumas s\u00e3o as neves do Tequendama e Orizaba; quando voc\u00ea mesmo \u00e9 o ouro que corre pelas \u00e1guas do rio Bravo e do venturoso Polochic.<\/span><\/span><\/p>\n<p>\u201c<span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">De \u00edndios e brancos se fez um povo pregui\u00e7oso, vivaz, batalhador; art\u00edstico por \u00edndio; pelo espanhol teimoso e ousado; e como o ingl\u00eas \u00e9 nebuloso, o sueco grave, e o napolitano ap\u00e1tico, \u00e9 o filho da Am\u00e9rica ardente e generoso, como o sol que o aquece, como a natureza que o cria\u2026\u201d<\/span><\/span><\/p>\n<p>\u201c<span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">De maneira que, daqueles tivemos brio, tenacidade, hist\u00f3rica arrog\u00e2ncia; dos de escura tez temos amor \u00e0s artes, const\u00e2ncia singular, af\u00e1vel do\u00e7ura, original conceito das coisas e quanto a terra nova traz uma ra\u00e7a nova, detida em seu estado de larva, larva de \u00e1guia! Ela ser\u00e1 soberba mariposa\u2026\u201d<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Se preguntou: \u201cMas o que faremos, indiferentes, hostis, desunidos? O que faremos para dar a todos mais cores \u00e0s adormecidas asas do inseto? Pela<\/span><\/span><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"><br \/>\n<\/span><\/span><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">primeira vez me parece boa uma corrente para atar, dentro de um mesmo cerco a todos os povos de minha Am\u00e9rica!<\/span><\/span><\/p>\n<p>\u201c<span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Pizarro conquistou o Per\u00fa quando Atahualpa guerreava contra Hu\u00e1scar; Cort\u00e9s<\/span><\/span><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"><br \/>\n<\/span><\/span><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">venceu Cuauht\u00e9moc porque Xicot\u00e9ncatl o ajudou na empresa; Alvarado entrou na Guatemala porque os Quich\u00e9s rodeavam aos Zutujiles.<\/span><\/span><\/p>\n<p>\u201c<span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">J\u00e1 que a desuni\u00e3o foi nossa morte, que vulgar entendimento, nem um cora\u00e7\u00e3o mesquinho, faz-se necess\u00e1rio que se lhe diga que da uni\u00e3o depende nossa<\/span><\/span><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"><br \/>\n<\/span><\/span><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">vida? Ideia que todos repetem, para a qual n\u00e3o se buscam solu\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas.<\/span><\/span><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"><br \/>\n<\/span><\/span><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Viver na Terra nada mais \u00e9 que um dever de fazer-lhe o bem. Ela morde e algu\u00e9m a acaricia. Depois, a consci\u00eancia paga. Que cada um fa\u00e7a sua obra.\u201d\u00a0 Volume 7, p\u00e1ginas 116 e 117.<\/span><\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-444\" src=\"https:\/\/wilsoncoelho.praxis.pro.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/WhatsApp-Image-2023-01-29-at-23.54.23.jpeg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"600\" \/><\/p>\n<p>#wilsonco\u00ealho #froil\u00e1nGonz\u00e1lesGarc\u00eda #adyscupullreyes #jos\u00e9mart\u00ed<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p> <a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/pt.praxis.pro.br\/index.php\/2023\/01\/29\/a-patria-era-sua-alma-vida-e-amor-por-froilan-gonzalez-garcia-e-adys-cupull-reyes-trad-wilson-coelho\/\">Leia mais&#8230; &raquo;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2285,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-2284","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pt.praxis.pro.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2284","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pt.praxis.pro.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pt.praxis.pro.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pt.praxis.pro.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pt.praxis.pro.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2284"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/pt.praxis.pro.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2284\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2291,"href":"https:\/\/pt.praxis.pro.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2284\/revisions\/2291"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pt.praxis.pro.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2285"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pt.praxis.pro.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2284"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pt.praxis.pro.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2284"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pt.praxis.pro.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2284"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}